Coringa | O diretor Todd Phillips aborda a falta de Batman na história de origem do vilão

Todd Phillips comenta a ausência do Cavaleiro das Trevas no Coringa
Coringa/DC/Divulgação

O diretor do Coringa, Todd Phillips, explica como lidou com a história de origem do Palhaço Príncipe do Crime sem o envolvimento de Batman e revela se o herói já teve uma presença maior no filme

Enquanto aguardamos a estreia do controverso filme da DC, Coringa, podemos nos deliciar com as pistas e as discussões levantadas pela produção do longa. Batman e Coringa são inimigos mortais, e sua batalha é uma que aparentemente nunca terminará. Contudo, no Coringa de Todd Phillips, a história de origem do vilão vai se desenrolar sem a presença do Cavaleiro das Trevas e, enquanto um jovem Bruce Wayne está prestes a aparecer com Robert Pattinson é curioso que, pela primeira vez, o herói tenha pouco influencia em uma história de origem do vilão.

No entanto, Phillips disse desde o início que isso realmente era mais do que uma história de origem que levaria a um confronto de super-heróis. Esta história é uma interpretação totalmente nova, é um estudo do caráter de um homem que é levado à beira da loucura por seus próprios problemas, suas circunstâncias e sua história.

Em entrevista para o ComicBook, o diretor explicou a influência do Cavaleiro das Trevas – ou a falta dela – no filme da DC Comics:

“Provavelmente houve um pouco mais nos cortes anteriores, talvez”, diz ele. “Definitivamente, havia um pouco mais de tudo nos primeiros cortes, mas foi realmente divertido ver que mantemos um pé no mundo dos quadrinhos e um pé no mundo real e, como você disse, encontrar esse equilíbrio foi fundamental”.

No Coringa, Bruce Wayne é uma criança, enquanto Arthur Fleck parece ter 30 ou 40 anos. Obviamente, isso nos deixa imaginando como Batman e o Coringa poderiam realmente se chocar e promover uma luta real sem que o vilão seja destroçado. Bem, depois de dizer que eles nunca pensaram muito a respeito disso, Phillips explicou que existem maneiras diferentes de os espectadores verem essa história, incluindo o Palhaço Príncipe do Crime como inspiração para uma versão futura do Coringa.

“É difícil quantificar como encontramos esse equilíbrio, mas ele está presente, o filme é muito libertador porque a DC, não só falando sobre histórias em quadrinhos, a DC como empresa e a Warner Bros como estúdio, realmente nos permitiu fazer o que quisermos com ele”, continuou. “Não teve nada parecido com ‘oh, e você tem que mencionar o Batmóvel e você tem que …’ nada disso. Era literalmente ‘sim, nós vamos dar esse salto no filme. Apenas vá em frente e faça”. Em outras palavras, esqueça uma participação especial de Pattinson!

Por fim, “o filme é autônomo”, acrescenta Phillips. “Não vejo Arthur Fleck lutando com ninguém”. O filme estreia 4 de outubro.

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