Fleabag | Você precisa parar o que está fazendo e ir assistir esta série! (+ninfa no youtube!

Fleabag e porquê você precisa ir assistir agora
Amazon/BBC/Divulgação

Saiu o nosso primeiro vídeo!

“Eu sou um grande fã de basicamente qualquer coisa escrita sobre mulheres complicadas e contraditórias”

Phoebe Waller-Bridge

Fleabag acompanha a história de uma mulher, que está lá pela casa dos 30. Ela tem uma família problemática, está em luto pela morte da melhor amiga, está tentando administrar seu próprio negócio e, enquanto tudo isso acontece, ela navega por um emaranhado de relacionamentos insatisfatórios e masoquistas.

A série teve duas temporadas e, ao que tudo indica, vai parar por aí mesmo. A primeira temporada ganhou elogios da crítica e foi aclamado pelo público por sua honestidade emocional e por personagens que nem sempre foram agradáveis e, justamente por isso, é que conseguimos nos conectar tão imediatamente com Fleabag. Quando a segunda temporada chegou, não fez nada menos que elevar a franquia tão completamente que os riscos e a progressão de Phoebe Waller-Bridge eram tão impressionante que só nos resta admirar.

Algumas coisas, em particular, tornam a série tão especial. Primeiro, vemos o recurso da “quebra da quarta parede” trabalhado de uma maneira fantástica. Enquanto, na primeira temporada, a protagonista conversava com a gente como se fôssemos parte daquela história (mas isso não interferia no desenvolvimento do show), na segunda temporada, com a adição do personagem de Andrew Scott, o padre, vemos “uma quebra dentro da quebra”. Me deixe explicar: é como se o padre percebesse esses momentos de ‘ausência’ da personagem de Phoebe. Quando ela comenta as cenas conosco e depois retorna à narrativa, ele se espanta e pergunta “onde você foi?”.

Monólogo do episódio 3 da 2ª temporada

Apenas leia:

“Ouça, eu estava no avião outro dia e percebi, bem, digo, tenho desejado dizer isso em voz alta. As mulheres nascem com dor embutida.

É nosso destino físico. Cólicas, seios doloridos, parto, você sabe. Carregamos a dor dentro de nós durante nossas vidas. Homens não.Eles têm que procurar.

Inventam todos esses deuses e demônios e coisas só para que se sintam culpados pelas coisas, o que é algo que também fazemos por conta própria.

E então eles criam guerras para que possam sentir as coisas e para se tocarem, e quando não há guerras eles podem jogar rugby. E nós temos tudo acontecendo aqui dentro.

Nós temos dores em um ciclo por anos e anos e anos e então, quando você sente que está fazendo as pazes com tudo isso, o que acontece? A menopausa vem. A porra da menopausa vem e é a coisa mais maravilhosa do mundo!

E sim, todo o seu pavimento pélvico desmorona e você fica fodidamente gostosa e ninguém se importa, mas então você é livre. Não mais uma escrava, não mais uma máquina, com peças. Você é apenas uma pessoa nos negócios.”

“Oh, me disseram que é horrível.”

“É horrível, mas é magnífico. Algo para se ansiar.”

Ninfacrocodilo no Youtube!

Finalmente, temos nosso primeiro vídeo oficial no youtube! Fique à vontade para assistir, compartilhar, se inscrever e, caso não goste, pode deixar nos comentários suas sugestões!


Fleabag: comentários (Fonte: Amazon/BBC/Divulgação)
O padre!

Olivia Colman

O que dizer de Olivia Colman? Ela é a madrasta. E, sim, ela é má, mas de um jeito incrível e nós amamos. Há uma espécie de relação passivo-agressiva entre Fleabag e a madrasta, o background entre as duas é sutilmente delineado e vemos que a madrasta (também nunca nomeada) surgiu na vida do pai da protagonista antes mesmo da mãe dela vir a falecer. Daí, podemos imaginar a origem da tensão.

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